Links da semana #2

Trendy Twins:  Frases que preferiria não ouvir em 2012 

Moda para Usar: Retrospectiva: O que foi moda em 2011

Fashionismo: Bibliografia da Audrey!

Hoje vou assim: Desejos de ano novo que você não precisa pedir, pois pode fazer

Depois dos Quinze: Mais uma bobagem sobre o amor

Sim, Senhorita: Pretinho (nada) básico

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A Retrospectiva do meu 2011

Achei que eu precisava fazer uma retrospectiva aqui, então o meu 2011 foi assim:

Eu tive que abandonar uma cidade que é tão quente que é chamada de “filial do inferno”, que ficava a 1000 km da minha cidade natal, que não tinha praia e nada de tão interessante, ainda assim foi a cidade que mais amei (ou a única que eu amei), e a única em que eu realmente pertenci. E que tem os amigos que eu nunca esquecerei.

Eu mudei pra Goiânia, e eu pensei que talvez lá fosse ser tão bom quanto Cuiabá e que eu me adaptaria, mas eu me enganei.

Eu realizei meu grande sonho, ir ao estádio ver um jogo do São Paulo. E agora eu já vi dois, São Paulo x Goiás (20/04) e São Paulo x Atlético – GO (16/10). Eu realizei outro sonho futebolístico, assisti Brasil x Holanda (04/06).

Eu larguei aquela minha obsessão por ter um namorado. E eu finalmente aprendi a me amar e me achar bonita do jeito que eu sou apesar de ainda estar em guerra com o meu nariz. Comecei a me cuidar mais e finalmente tenho a pele dos meus sonhos. Perdi o medo de usar batom vermelho e não parei de usar mais.

Tomei meu primeiro e único porre, e não gostei da sensação no dia seguinte. Tive meu primeiro acidente de carro, e não gostei nada dessa sensação também. Entrei pra Gambiarra (a bateria do meu curso) e eu sou a rainha da bateria (não esse tipo de rainha da bateria que vocês estão pensando).

Criei esse blog e foi uma das melhores coisas que eu fiz esse ano apesar de eu abandoná-lo algumas vezes. Fiquei viciada em blogs de moda e beleza, logo perdi a paciência com tudo aquilo até porque eu estava ficando mais consumista do que eu já sou. Fui escolhida pra fazer parte da equipe do blog que eu mais gosto e um dos únicos que ainda leio com frequência, o Depois dos Quinze. Me desapeguei de marcas, e isso foi bom.

Eu descobri que eu tinha uma doença que até então eu achava que era frescura e coisa de gente desocupada, não que eu seja muito ocupada, e eu não acreditei. E tive que ouvir o mesmo diagnóstico de outro médico quatro meses depois, aí então eu acreditei. Agora eu sei o quanto essa doença é séria e o quanto é difícil ficar curada, pra falar a verdade eu nem sei se essa cura existe mesmo.

Eu vi minhas notas, que eram boas, ficarem na média. Isso me enlouqueceu, e eu comecei a pensar que talvez eu não estivesse no curso certo, mas eu já não me achava capaz pra fazer qualquer coisa.

Eu passei a desistir antes de começar, pensei que ia fracassar em tudo. Aos poucos fui desistindo de todos os meus sonhos.

A minha vida toda eu tentei agradar todo mundo, mesmo que isso significasse passar por cima do que EU queria. Eu tentava ser perfeita. E nesse ano quando vi eu não sabia mais o que eu estava fazendo. A verdade é que eu tentei tanto agradar os outros que eu fiquei sem saber o que me agradava e o que eu queria. Eu, que sempre quis que as pessoas ao me redor me conhecessem de verdade, não me conhecia mais. Agora estou numa longa jornada de autoconhecimento.

Eu aprendi que eu não preciso da aprovação de ninguém, que quando amamos alguém não devemos nos preocupar com o amor que receberemos de volta (se nos preocuparmos, nos decepcionaremos, e não queremos mais decepção), aprendi que é bom sim ter gente por perto (mas continuo isolada). Aprendi a não estar em um carro em que uma pessoa bêbada esteja dirigindo.

Eu descobri que passar a noite dançando na boate não é pra mim, prefiro um cineminha. E que eu não gosto de beber, e principalmente que beber não faz com que eu me sinta melhor (sim, eu tentei uma vez). Cheguei à conclusão de que por mais que eu seja apaixonada por sapatos de salto alto, eu não gosto de usá-los.

Quando pensei nessa retrospectiva, eu já estava pensando em falar o quão 2011 foi um ano horroroso só que enquanto escrevia eu entendi qual a mensagem que 2011 tinha pra mim: Repensar. E foi isso que eu fiz várias vezes esse ano e sem nem perceber.  

E é isso aí, eu planejava escrever muito mais coisas só que além de que ficaria muito chato, a minha memória foi bem prejudicada nesse ano, então isso foi o máximo que eu consegui lembrar.

A Paola Gavazzi escreveu um post muito lindo e que todo mundo deveria ler, passa lá. E eu vou usar uma frase de lá pra terminar esse livro que eu escrevi: Você deve se amar como ninguém te ama!

Feliz Ano Novo e que venha 2012!

Tumblr: The Impossible Cool

Decidi falar um pouco sobre os tumblrs que eu amo e sempre visito. Pra começar nada melhor que o meu preferido: The Impossible Cool.

O que tem de tão interessante nesse tumblr? Ele reúne fotos incríveis de gente incrivelmente estilosa, tão estilosos que só a expressão “The Impossible Cool” poderia defini-los com exatidão.

Foi bem difícil escolher algumas fotos pra colocar aqui porque eu queria colocar todas, são lindas lindas e mais lindas.

Mais aí vão as minhas escolhas:

Twiggy

The Kennedys

Audrey

Deneuve

Gostou? Corre pro tumblr então!

Ruiva do dia #2

Nicola Roberts

Um ano em New York

Andrew Clancy, um morador de New York, decidiu registrar o que estava acontecendo ao redor dele, ou seja, a vida em NY. Como ele mesmo disse em seu blog parecia que o projeto não tinha fim e que ele poderia continuar filmando a vida em NY por um bom tempo.

O resultado do projeto: um filme vídeo maravilhoso.

Com vocês, a New York de Andrew Clancy!

Ah, e o nome dessa música linda é We don’t eat de James Vincent McMorrow.

Música do dia: Anyway – Cee Lo Green

Faz um tempinho que não posto uma música aqui, e aí ouvi essa nova música do Cee Lo Green e pensei “é ela”.

Anyway foi composta em parceria com Rivers Cuomo – vocalista do Weezer- e está inclusa na versão de platina de “The Lady Killer”, o último álbum de Cee Lo Green. O disco terá algumas outras músicas inéditas e será lançado dia 28 de novembro.

Viciante, né?

Desejo do dia: All Star Dourado

R$ 199,90 na loja  alucinado.

Inspiração #2

The Lady is a Tramp

Eu ouvi essa música no começo do mês, mas a grande preguiça que me consome me impediu de postá-la aqui.

Sei que a música é bem velhinha mas acho que eu nunca tinha ouvido antes, e adorei. Adorei porque o ritmo é contagiante, adorei porque tem Lady Gaga e adorei a sintonia entre ela e Tony Bennett.

Falando nisso acho que vale muito a pena ouvir Duets II, o novo álbum do Tony Bennett. Além de Lady Gaga, ele fez parceria com John Mayer, Norah Jonas, Michael Bublé, Amy Winehouse ( uma das suas últimas gravações) e outros. Aqui dá pra ouvir o CD inteiro. Eu sei que esse estilo não agrada a todos, mas eu gostei muito. E vocês?

Zombie Boy aparece sem tatuagens em campanha

Uns dias atrás Rick Genest ,mais conhecido como Zombie Boy, virou notícia após aparecer sem tatuagens em um comercial.

O comercial em questão chama-se Go beyond the cover (Vá além das aparências) e é pra divulgar os produtos Dermablend Pro que prometem cobrir cicatrizes, tatuagens e afins. Pelo menos no vídeo, eles cumprem o que prometem, se eu visse uma foto dele assim por aí acho que não reconheceria. Mas a verdade é que ele é bonito de qualquer jeito.

Os produtos estão a venda nesse site, mas pelo que entendi só enviam para os EUA.

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